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Central de MídiaDesperta.IA · conteúdo com inteligência artificial
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Tudo que eu publico nasce aqui.

Uma máquina de conteúdo que produz, agenda e publica sozinha em Instagram, LinkedIn e TikTok. Eu gravo em bloco, a IA faz o resto. Storytelling do começo ao fim, presença todo dia.

Crescimento

consolidado + por rede · números líquidos · atualiza toda segunda · leitura de 24/08 · LinkedIn ainda de 17/08, sem export
3 redes · total21.299
Instagram12.194
TikTok8.711
LinkedIn · 17/08 (pendente)394
Instagram · seguidores líquidos por semana · meta 10 mil BATIDA · próxima 15 mil (faltam 2.806)antes do sistema: ~76/sem
76
antes
356
Sem 1
416
Sem 2
310
Sem 3
256
Sem 4
203
Sem 5
750
Sem 6
411
Sem 7
136
Sem 8
Sem 9
TikTok8.711
+34 na semana (era 8.677 em 24/08) com 1 vídeo publicado: o viral do "cliente sumiu", que estava na lista de ajustes há três semanas e finalmente subiu. Fez 936 views e 15 compartilhamentos em 7 dias, o melhor número da rede em semanas, o que prova o argumento. Falta subir o de 10/08, que é o maior ativo da conta (15.442 de alcance no Instagram) e continua parado.
LinkedIn394 · 17/08
Pendente em 24/08: não veio export novo, então o número acima ainda é a leitura de 17/08. O que ela mostrava: +5 na semana, o pior ganho desde o início, com a rede encolhendo (128 impressões, queda de 68%, e 63 usuários alcançados contra 202). Audiência segue ótima: advogado é o cargo nº1 (19%), 68% Cuiabá, sênior 47%. Falta o export de 18 a 24/08 e 1 post de consequência real com nome.

O que sai hoje

vídeo ao meio-dia + imagem às 18h
🕛 12:00 Hero

Notícia da Semana: a IA que saiu essa semana

Agendado · sai meio-dia
ReelsLinkedIn
🕕 18:00 Amplificação

Corte 2 da live (estoque)

Agendado · sai 18h
ReelsLinkedIn

A semana

10 a 14 de agosto · vídeo 12h + imagem 18h · máximo 2 peças por dia (a análise de 10/08 apertou a grade) · quarta a dica sai 18h por causa do CBN das 14h
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Autoridade e narrativa Notícia Ensino Live e prova

Roteiros prontos pra gravar

duas trilhas, duas réguas: a ampla mede alcance, a LexLab mede salvamento e comentário · um vídeo, um público
Trilha amplatopo de funil · empresário e comerciante · mede alcance e compartilhamento
01
O extrato da maquininhaobjeto na mão · o molde que venceu nos dois algoritmos
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Por que este: A guia de imposto fez 1.480 no Instagram e 1.045 no TikTok com 14,9s de retenção, porque manda a pessoa pegar algo que ela já tem. Este faz o mesmo com a taxa do cartão, que todo comerciante paga e ninguém somou.

Gancho (0 a 4s): Você tem uma maquininha de cartão e paga uma taxa por venda que você nunca conferiu de verdade. Pega o extrato do último mês aí, que eu vou te mostrar uma coisa. Corpo: Todo mundo sabe que paga taxa. Quase ninguém sabe QUANTO isso deu no fim do mês, em reais, somado. E tem uma coisa pior. A taxa não é uma só. É diferente pra débito, crédito à vista, e muda de novo pra cada faixa de parcelamento. A operadora te mostra tudo separado, venda por venda, justamente porque somado assusta. Você vai pedir pra ela somar. O PROMPT (aparece na tela): "Esse é o extrato da minha maquininha do mês passado. Some quanto eu paguei de taxa no total, em reais e em porcentagem do que eu faturei. Separe por tipo: débito, crédito à vista e cada faixa de parcelado. Me diga em qual delas eu estou perdendo mais dinheiro. Depois me dê 3 perguntas pra eu levar pro meu gerente de conta e tentar renegociar. Sem juridiquês e sem me julgar." Fecho: Não é sobre trocar de maquininha. É que taxa não se renegocia com quem não sabe o próprio número. Quando você chega com o valor somado na mão, a conversa é outra. Faz e comenta aqui quanto deu o teu.
02
O print da conversa que morreuSÉRIE · parte 2 do Reel de 2.929 (melhor taxa de salvamento já medida)
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Por que este: Série declarada foi um dos dois moldes que funcionaram na semana de 24/08. Este continua o post de 12/08, que fez 2.929 de alcance e 1,87% de salvamento sobre alcance. Anuncie a parte 1 na abertura.

Gancho (0 a 4s): Semana passada eu te falei que quando o cliente some depois da proposta, quase nunca é preço. Ficou faltando o mais difícil: o que fazer com a conversa que morreu. Abre ela aí. Corpo: A maioria faz uma de duas coisas: manda "e aí, conseguiu ver?" ou não manda nada. As duas perdem pelo mesmo motivo. Você está pedindo uma resposta sem dar nenhum motivo novo pra pessoa responder. Cobrar resposta é sobre você. Dar informação nova é sobre ele. E o que quase ninguém faz: ler a conversa inteira procurando onde ele PAROU DE PERGUNTAR. Tem sempre um ponto exato onde ele deixou de estar curioso. É ali que a venda morreu, e não na hora do preço. O PROMPT (aparece na tela): "Essa é a conversa inteira com um cliente que sumiu depois que eu mandei a proposta. Primeiro: me diga em que mensagem exata ele parou de fazer perguntas, e o que provavelmente passou pela cabeça dele ali. Depois escreva uma mensagem de retomada que traga uma informação NOVA em vez de cobrar resposta. Tamanho de WhatsApp, sem parecer vendedor, sem 'passando pra saber se você viu'." Fecho: Você não está atrás de resposta. Está atrás de descobrir onde ele desistiu. Comenta aqui: quantas conversas mortas você tem no teu WhatsApp agora?
03
O preço que você não mexe há um anodor comercial · território dos 3 maiores posts da conta
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Por que este: Três dos quatro maiores posts da história do perfil são de dor comercial, não de técnica. Este é o medo de aumentar preço, que ninguém publica.

Gancho (0 a 4s): Quando foi a última vez que você mexeu no teu preço? Se você precisou pensar pra responder, já faz tempo demais. Pega a tua tabela aí. Corpo: Enquanto o preço ficou parado, três coisas se mexeram: o que você paga no fornecedor, o que você paga de gente, e o que o teu concorrente cobra. Só que aumentar preço dá medo, e o medo tem nome: você acha que vai perder cliente. Aí acontece a pior versão. Você não aumenta, a margem encolhe sozinha, e um ano depois você está trabalhando mais pra ganhar o mesmo. O que destrava isso não é coragem. É saber QUANTO e COMO CONTAR. O PROMPT (aparece na tela): "Esses são os meus preços atuais e a última vez que eu mexi neles foi em [mês/ano]. Meus custos que mais subiram desde então foram [liste]. Calcule quanto a minha margem encolheu nesse período. Sugira 3 cenários de reajuste: conservador, equilibrado e agressivo, e o risco de cada um. Depois escreva o aviso de reajuste pros meus clientes atuais, direto, sem pedir desculpa por estar cobrando o que vale." Fecho: Preço parado não é preço estável. É desconto que você está dando sem perceber. Comenta aí há quanto tempo você não mexe no teu.
04
O que está na vitrineSÉRIE · parte 3 da série que deu o maior post da história (10.858)
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Por que este: A parte 1 foi 'quantos segundos você tem' (10.858 de alcance, 23,5s de retenção, 211 compartilhamentos). A parte 2 foi o que escrever. Esta é sobre o que expor, e mantém o objeto na mão: a foto da própria vitrine.

Gancho (0 a 4s): Já falamos quantos segundos você tem e o que escrever na tua fachada. Falta a parte que ninguém pensa: o que está exposto ali. Tira uma foto da tua vitrine agora, do jeito que ela está. Corpo: A maioria expõe o que tem mais no estoque. Ou o que é mais bonito. Ou o que chegou por último. Nenhum dos três é motivo. Vitrine não é mostruário, é argumento. Quem passa não está escolhendo produto ainda. Está decidindo se entra. Então o que fica na frente tem que responder uma pergunta só: isso aqui é pra mim? E tem um detalhe que quase todo mundo erra: a vitrine é lida na altura dos olhos de quem está andando, não de quem está arrumando. Quase sempre o melhor produto está baixo demais. O PROMPT (aparece na tela): "Essa é a foto da vitrine do meu [tipo de negócio], tirada da calçada, na altura dos olhos de quem passa. Meu cliente é [descreva]. O que eu mais quero vender é [produto]. Me diga, na ordem, quais são os 3 primeiros elementos que o olho vê. Depois me diga o que está atrapalhando e o que eu deveria tirar. Por fim, sugira uma nova disposição que responda 'isso aqui é pra mim?' em menos de 3 segundos." Fecho: Vitrine cheia não é vitrine forte. Quem tenta mostrar tudo não mostra nada. Posta nos comentários o que a IA mandou você tirar da tua.
05
A avaliação ruim que você levouobjeto na mão · alta carga emocional, tende a compartilhar
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Por que este: Os dois maiores posts da conta compartilharam mais do que salvaram, porque viraram conversa. Avaliação de uma estrela é assunto que todo dono de negócio tem e ninguém fala em público.

Gancho (0 a 4s): Você tem uma avaliação de uma estrela que ainda te incomoda. Abre ela aí. A gente vai fazer com ela a coisa que quase ninguém faz. Corpo: Tem três reações comuns e as três são ruins. Ignorar, responder na defensiva, ou responder com aquele texto pronto de "lamentamos o ocorrido". Quem lê a resposta não é quem reclamou. Ele já foi embora. Quem lê é o próximo cliente, que está decidindo se compra de você. Então a resposta não é uma briga que você tem que ganhar. É uma demonstração pública de como você trata problema. E antes de responder tem uma pergunta mais útil: aquela reclamação é um caso isolado ou é um processo teu que está quebrado? Quase sempre é a segunda. O PROMPT (aparece na tela): "Essa é uma avaliação negativa que eu recebi no meu [negócio]. Primeiro: separe o que é emoção do cliente e o que é um problema real no meu processo. Seja honesto comigo. Depois escreva uma resposta pública pensando em quem VAI LER e ainda não comprou, não em quem reclamou: sem defensiva, sem 'lamentamos o ocorrido', assumindo o que for meu e dizendo o que eu mudei. Por fim, me diga o que eu deveria corrigir pra essa reclamação não voltar." Fecho: Avaliação ruim não é um problema de imagem. É um relatório que um cliente escreveu de graça, com raiva, mas de graça. Comenta aqui se você já respondeu alguma.
Trilha LexLabconversão · advogado · mede salvamento, comentário e visita ao perfil, não alcance
06
A entrevista invertidaforça 5 no menu da mentoria · nunca gravado
LexLab

Por que este: Advogado sabe interrogar, faz isso todo dia com cliente. O problema é que diante da IA ele TROCA DE CADEIRA: vira quem conta a história e espera a resposta. E ela aceita o caso do jeito que chegou, porque ela é o advogado ruim daquela conversa.

Gancho (0 a 4s): Você escreve o caso no ChatGPT e manda ele resolver. E ele resolve. O problema é que ele resolveu com aquilo que você lembrou de contar. A CENA QUE VOCÊ CONHECE (4 a 25s): Pensa num cliente sentado na sua frente. Ele conta o caso inteiro, do jeito dele, convencido de que falou tudo o que importa. E você não aceita a história como ela veio. Você pergunta. Pergunta de novo. E na terceira pergunta aparece o documento que ele não achou relevante, ou o detalhe que muda a tese. Você faz isso porque aprendeu, na marra, que nenhuma história chega completa. Nunca. A VIRADA (25 a 45s): Agora repara no que acontece quando você abre a ferramenta. Você senta na cadeira do cliente. Você conta a história do teu jeito, convencido de que falou tudo o que importa, e espera a resposta pronta. E ela responde. Ela nunca te pergunta nada, nunca desconfia, nunca pede o documento que faltou. Naquela conversa, ela é o advogado ruim. O que pega o caso do jeito que chegou. Aí você lê o resultado e acha que a ferramenta é fraca. Ela não é. Ela só foi tão boa quanto o relato que recebeu, e quem contou o relato foi você. O QUE FAZER (45 a 65s): Devolve a cadeira pro lugar certo. Antes de pedir qualquer coisa, mande ela te entrevistar. "Antes de responder, me faça as perguntas que você precisa pra não errar." E aí vem a parte incômoda: ela vai perguntar coisa que você ainda não tinha pensado. Igual à sua terceira pergunta, só que agora apontada pra você. Fecho: Você já sabe fazer isso. Só não estava fazendo desse lado da mesa. Testa hoje num caso real e comenta aqui qual foi a pergunta que te pegou.
07
Não é dedicação. É falta de método.força 5 · o mais duro da lista, vende a mentoria sem vender nada
LexLab

Por que este: Virar a noite virou medalha na advocacia. Este separa dedicação de falta de método com uma pergunta só, e é o roteiro que mais aproxima de quem precisa do LexLab.

Gancho (0 a 4s): Você peticionou até meia-noite ontem. E vai contar isso pra alguém amanhã com um certo orgulho. Eu já fiz isso muito, então deixa eu te falar uma coisa que ninguém te fala. Corpo: Trabalhar até tarde virou medalha na advocacia. "Estou até agora no escritório." "Virei a noite na véspera do prazo." Só que na maior parte das vezes aquilo não foi dedicação. Foi falta de método. E dá pra separar as duas coisas com uma pergunta só: daquelas horas, QUANTAS EXIGIRAM O SEU JULGAMENTO? Ler os autos e decidir a tese exige. Formatar, conferir prazo, procurar onde está aquele documento no meio de oitocentas páginas, refazer o relatório dos fatos pela terceira vez, isso não exige. Isso é trabalho braçal com carteirinha da OAB. O advogado que sai às sete não é menos dedicado. Ele só parou de fazer à mão o que já não precisa ser feito à mão. Fecho: Se você virou a noite essa semana, não se pergunte se valeu a pena. Pergunte quantas daquelas horas exigiram a sua assinatura. Comenta aqui: qual foi a última vez que você saiu do escritório antes das sete?
08
A jurisprudência boa demais pra ser verdadeforça 4 · risco disciplinar real, alto compartilhamento entre advogados
LexLab

Por que este: Citação alucinada é o medo concreto de todo advogado que usa IA, e já rendeu caso disciplinar. Este dá a régua (conferir na fonte) e reforça que quem assina é o advogado.

Gancho (0 a 4s): Você pediu jurisprudência pra IA e ela te devolveu um acórdão que encaixa na sua tese como uma luva. Ementa perfeita, número de processo, tudo. É exatamente aí que você tem que desconfiar. Corpo: Não é que ela mente. É que ela foi treinada pra completar o padrão, e o padrão de uma resposta boa é um acórdão que serve. Então quando não existe um que sirva, ela constrói um que pareceria existir. Número plausível, câmara plausível, relator plausível. E tem um detalhe cruel: quanto mais específica e mais favorável a citação, maior a chance de ela ter sido montada. Jurisprudência de verdade quase nunca encaixa perfeitamente. Ela encaixa mais ou menos, e é você que faz a ponte. A regra que eu uso é simples e não tem exceção: nenhuma citação entra numa peça minha sem que eu tenha aberto no site do tribunal. Não é desconfiança da ferramenta. É que quem assina sou eu. Fecho: Se a jurisprudência encaixou perfeito demais, ela provavelmente foi feita sob medida. E sob medida pra você é sob medida pra ninguém. Comenta aqui se você já pegou uma inventada. Eu já.
09
A peça perfeita que não é vocêforça 5 · nunca gravado
LexLab

Por que este: Tecnicamente correta e sem assinatura. É a dor que o advogado sente e não sabe nomear, e abre a porta pro tema de treinar o tom, que é conteúdo de dentro da mentoria.

Gancho (0 a 4s): Você leu a peça que a IA escreveu, não achou um erro, e mesmo assim não mandou. Ficou aquele incômodo. Eu sei exatamente o que é. Corpo: Não é erro técnico. Os fatos estão lá, a tese está lá, a estrutura está lá. O que não está é você. Toda banca tem um jeito. Tem advogado que começa pelo fato mais forte e tem quem construa até ele. Tem quem escreva curto e tem quem precise da fundamentação inteira. Tem quem nunca use uma palavra e quem use aquela palavra sempre. Isso não é estilo, é assinatura. O juiz que te lê há dez anos reconhece. E a máquina não sabe nada disso, porque ninguém contou pra ela. Ela devolve a média da internet, que é tecnicamente correta e não é de ninguém. A saída não é escrever tudo do zero de novo. É parar de pedir texto novo e começar a dar referência do seu. Fecho: Peça sem erro não é peça pronta. Se você leu e não se reconheceu, quem te lê também não vai. Comenta aqui se já te aconteceu de reescrever tudo mesmo estando certo.
10
O estagiário que aprende de primeiraforça 4 · reposiciona a ferramenta sem prometer substituição
LexLab

Por que este: Compara o briefing que o advogado daria a um estagiário com o que ele escreve pra IA. Desarma o medo da substituição e deixa explícito que a leitura dos autos e a assinatura continuam sendo dele.

Gancho (0 a 4s): Você já teve um estagiário que fazia exatamente o que você pediu, do jeito que você pediu, na primeira vez. Provavelmente não. Mas você tem um agora e está usando errado. Corpo: Repara em como você trata um estagiário no primeiro mês. Você explica o caso. Mostra um modelo do que já foi feito. Diz o formato que você quer. Confere o que voltou e devolve pra ajustar. Agora repara em como você trata a IA. Você escreve uma linha e espera que ela adivinhe o resto. Se você fizesse isso com o estagiário, o resultado seria igualmente ruim, e você não culparia o estagiário. A diferença é que este aqui aprende de primeira. Você não precisa repetir na semana que vem o que explicou hoje, desde que tenha explicado uma vez direito. E o que continua sendo seu não muda: ler os autos inteiros, decidir a tese, e assinar. Nenhum estagiário assume isso, e este também não. Fecho: O problema quase nunca é a capacidade da ferramenta. É o briefing que você não daria nem pro estagiário do primeiro mês. Comenta aqui: você explicaria o teu último pedido pra um estagiário do jeito que você escreveu?

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