Uma máquina de conteúdo que produz, agenda e publica sozinha em Instagram, LinkedIn e TikTok. Eu gravo em bloco, a IA faz o resto. Storytelling do começo ao fim, presença todo dia.
Por que este: É a porta ampla do lote, a mesma conta do plano mais barato (o melhor Reel desde 07/10), numa decisão que toda pessoa toma toda semana. A pergunta "quanto é à vista?" é a coisa que a pessoa vai fazer na próxima compra, e é o motivo para mandar.
Job: Me tira de um apuro (primário) · Vou mandar pra quem eu amo.
Aberturas: A (a que eu defendo, porque contraria o que a pessoa acha): "Dez vezes sem juros pode sair mais caro que pagar à vista." · B: "Antes de parcelar qualquer coisa, faz uma pergunta pro vendedor." · C: "Sem juros não quer dizer sem custo."
Atenção antes de gravar: Não afirmar que parcelado "sempre" ou "quase sempre" é mais caro: depende do desconto à vista e de quanto o dinheiro rende. Não indicar investimento nem banco (não é conselho financeiro: é uma conta). Não dizer quanto a pessoa vai economizar.
Por que este: Medo de perder o emprego é universal, e "quanto eu recebo?" é a primeira pergunta de quem entra num escritório trabalhista. Quem advoga manda para o cliente ou usa como roteiro do primeiro atendimento; quem não advoga manda para a família. Linguagem ampla na abertura, o jurídico (o que conferir) no meio: o aprendizado de 24/08 (8x mais alcance).
Job: Você nomeou meu medo (primário) · Agora consigo explicar.
Aberturas: A (a que eu defendo, porque é medo e número que a pessoa não sabe): "Se você fosse demitido amanhã, sabe quanto teria pra receber?" · B: "A primeira coisa que se faz depois de uma demissão é a errada." · C: "Quase ninguém confere a conta da própria demissão."
Atenção antes de gravar: Não listar as verbas nem os prazos de memória no vídeo: quem lista é a IA, e a fala é "confere com um advogado trabalhista ou com o sindicato". Não dizer que a empresa vai pagar errado. Sem promessa de resultado. Sem citar artigo da CLT.
Por que este: Todo profissional que recebe no CPF (advogado, médico, psicólogo, consultor) desconfia que paga demais e nunca fez a conta. Quem advoga entra pela sociedade unipessoal. A sua credibilidade é uma frase: você é sócio de uma empresa de planejamento tributário. O vídeo não diz quanto a pessoa vai economizar: entrega a conta e manda conferir com o contador.
Job: Me tira de um apuro (primário) · Vou mandar pro colega.
Aberturas: A (a que eu defendo, porque é dinheiro e dúvida na mesma frase): "Se tudo o que você ganha cai no seu CPF, você pode estar pagando imposto de quem ganha muito mais do que você." · B: "Você já fez a conta de quanto imposto paga por mês? Não o que o contador manda. A conta." · C: "Tem advogado pagando mais imposto que o escritório que ele atende."
Atenção antes de gravar: Não falar alíquota, faixa ou porcentagem de memória: a IA faz a conta com os números da pessoa. Não dizer "abre uma empresa": dizer "pergunta pro contador". Sem promessa de economia. Na tela, "a conta é uma estimativa; confira com o seu contador".
Por que este: Aposentadoria é o medo mais universal que existe e quase ninguém olha o próprio extrato. Quem trabalha por conta própria (o advogado autônomo é o exemplo do vídeo) é quem mais tem buraco, porque ninguém desconta por ele. O vídeo ensina a achar o buraco com a IA e manda a conta final para um advogado previdenciarista: o colega que manda vira indicação.
Job: Você nomeou meu medo (primário) · Vou mandar pra quem eu amo.
Aberturas: A (a que eu defendo, porque ninguém sabe a resposta e todo mundo quer saber): "Você sabe quantos anos faltam pra você se aposentar? Não chuta." · B: "Tem um buraco no seu INSS e você só vai descobrir quando precisar." · C: "Quem trabalha por conta própria quase nunca olha esse extrato."
Atenção antes de gravar: Não citar idade mínima, tempo de contribuição nem regra de transição de memória. O vídeo não calcula aposentadoria: ele acha os meses sem contribuição e manda conferir com um advogado previdenciarista. Avisar para tirar CPF e nome antes de subir o extrato. Não dizer que o autônomo "é o que mais tem buraco" como estatística: é "porque ninguém desconta por ele".